Saudade, uma palavra, um estado de espírito, um sentimento e um adjetivo…

Uma palavra sem tradução, que apenas existe aqui para gente. Talvez por apenas nós entendermos como classificar ou descrever essa situação que muitas vezes nem tem explicação.

Uma simples palavra, tão simples de separar, mas muitas vezes impossível de esquecer.

Saudade pode ser um abraço apertado, um beijo roubado, um suor caindo no rosto e até uma paisagem singular. Saudade pode ser um amor inexistente, um ente querido, uma promessa esquecida e até uma briga sem razão.

E ali, naquele meio todo de não entendermos bem como controlar está um pouco de nós resumidos em coisas e situações – família, amigos, amores passados, sexos irresponsáveis e as lágrimas que brotam no rosto sem ter uma razão definida.

Aliás, a saudade é um antônimo de definições e explicações. Apenas ela, ali, simples e pesada, a saudade se faz por entender.

Saudade, do passado e do futuro que nem existiu, mas sempre presente, a responsável por nossa falta de razão.