Ser acordado pelo pleno orvalho e pelas pétalas de vida invisível, desatando os laços unidos e fantasiados de um relacionamento vitalício…
Abrir os olhos e buscar a fuga certa para a caça desesperada do viver. Relatar em pequenos contos a epopeia da vida. O enfermo busca a esperança na janela pingada de chuva e é nessa hora que se perde em pensamentos melancólicos e duvidosos questionamentos. Busca a necessidade, corre pelos corredores da sua mente em busca de algo que não consegue saber… Talvez um grito desesperado e angustiado para se sentir novamente vivo…
As horas nunca passam quando estamos tristes e confusos. Traçamos planos e promessas para empreitadas perigosamente suicidas, e nunca teremos o sangue-frio necessário para iniciar a batalha, porque cada dose do remédio, é medicinalmente controlada para trazer o alívio necessário, a falsa cura por horas, que também nos tira essa necessidade de liberdade que sentimos. Desconhecemos o conforto e o mais próximo que chegamos disso, acabamos perdidos em promessas embriagadas e sem destino…
É perceptível que falamos de uma única pessoa, presa nos seus sonhos e acometido de uma doença impraticável… Ele a amava mais que ele mesmo…
Conte-me algo aqui...