Tudo parece normal, mas normal mesmo é ver a vida do ângulo oposto do vértice comum…

A vida parece transcrita

na parede pintada de “Porquês” sem razão

Tudo parece deserto

mas na realidade é surreal

Trazendo a vida sonhos e lembranças infantis

Caminhando entre espaços ocupados

Do véu da culpa e destino intransitivo.

Outro caminho deixando a loucura

E talvez eu seja mesmo intragável para a pia mundial.

Veja que o erro é meu por tudo. O erro sou eu todo

E sim eu vou continuar dessa maneira até brevemente

Desistir dos sonhos, de mim e me ver fugir

Pela janela baixa do quarto escuro iluminado.

E tudo continuar normal como sempre foi e eu nunca apareci por aqui…