Uma pétala de vidro aberta no pilar externo. Uma violeta perfumada no canto escuro da sala…
Uma poesia de amor com o final feliz conhecido e um refrão pegajoso demais para que virasse o sucesso almejado pelos acordes. O pedaço de combustível estava sem vida no embolorado chão da cozinha aberta. Um desenho desconexo servia de apoio para a caneca de chá, que transbordava o vinho quente, usado como remédio caseiro.
Um olhar mais poético encontraria a solução desse labirinto físico, mas era apenas necessária uma faxina dos últimos acontecimentos. A água é sempre cristalina e forte. Ela limpa tudo ao seu redor. Ela é capaz até de limpar toda uma vida bagunçada demais…
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