A tensão era quase que palpável na sala. Até os que achavam loucura, haviam silenciado para pensar melhor…
A lua tomou conta da iluminação central. Estava cheia e assim tudo recebia seu brilho…
A noite foi terminar quase duas da manhã e paramos na quarta garrafa. Ela não queria que eu fosse, mas era necessário…
Era engraçado que há tempos eu tinha um encontro, mas não um telefone para saber se estava tudo certo…
Ela gostava de desenhar e de fazer sanduíches nos fins de semana. Mas acho melhor contar como soube disso tudo…
Mesmo que fosse tudo uma mentira. Eu a queria de novo. Mais até do que a própria razão…
Você sorria de uma maneira distante. Eu tinha certeza que isso aconteceria depois de conhecer esse mundo aqui…
“Você sabe até quando vamos?” foi sua primeira frase da primeira manhã que acordamos juntos…