Era engraçado que há tempos eu tinha um encontro, mas não um telefone para saber se estava tudo certo…
Ela gostava de desenhar e de fazer sanduíches nos fins de semana. Mas acho melhor contar como soube disso tudo…
Mesmo que fosse tudo uma mentira. Eu a queria de novo. Mais até do que a própria razão…
Você sorria de uma maneira distante. Eu tinha certeza que isso aconteceria depois de conhecer esse mundo aqui…
“Você sabe até quando vamos?” foi sua primeira frase da primeira manhã que acordamos juntos…
“Se soubesse das outras letras, teria criado mil outras histórias, finais e desilusões, mas eu parei naquela letra e nenhuma queimou meu corpo como aquele rapaz…” continuava a velha…
“Talvez eu não precisasse dele, mas precisava ver que existem pessoas ainda vivendo a mesma mágica que eu vivi e que essa espécie de brincadeira é sempre válida e gostosa…”
Foi bom ter te visto, mesmo que por uma foto estática onde você olhava para outra direção, mas que me fez relembrar nosso último encontro…