Mesmo que fosse tudo uma mentira. Eu a queria de novo. Mais até do que a própria razão…
Você sorria de uma maneira distante. Eu tinha certeza que isso aconteceria depois de conhecer esse mundo aqui…
“Você sabe até quando vamos?” foi sua primeira frase da primeira manhã que acordamos juntos…
“A mesa é só para um mesmo…” e a garçonete sorri como se fosse algo comum, mas ele percebe que cada vez mais não é…
Era um fim de tarde como outro qualquer naquela cidade. As pessoas saiam e entravam dos bares, gerando um ritmo contínuo e carregado, mas nem sempre engraçado…
Eu nem sei como começar por aqui. Essa é a primeira vez que escrevo para você. Algo estranho, mas que nunca tive como escrever de nós antes…
“Se soubesse das outras letras, teria criado mil outras histórias, finais e desilusões, mas eu parei naquela letra e nenhuma queimou meu corpo como aquele rapaz…” continuava a velha…
“Talvez eu não precisasse dele, mas precisava ver que existem pessoas ainda vivendo a mesma mágica que eu vivi e que essa espécie de brincadeira é sempre válida e gostosa…”