Category Conto

Um mundo desconhecido…

Você sorria de uma maneira distante. Eu tinha certeza que isso aconteceria depois de conhecer esse mundo aqui…

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Uma resposta conhecida…

“Você sabe até quando vamos?” foi sua primeira frase da primeira manhã que acordamos juntos…

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A solidão tem diversas faces…

“A mesa é só para um mesmo…” e a garçonete sorri como se fosse algo comum, mas ele percebe que cada vez mais não é…

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Nem tudo que brilha é ouro…

Era um fim de tarde como outro qualquer naquela cidade. As pessoas saiam e entravam dos bares, gerando um ritmo contínuo e carregado, mas nem sempre engraçado…

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Uma carta amassada pelo tempo…

Eu nem sei como começar por aqui. Essa é a primeira vez que escrevo para você. Algo estranho, mas que nunca tive como escrever de nós antes…

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E um futuro que se entende…

“Se soubesse das outras letras, teria criado mil outras histórias, finais e desilusões, mas eu parei naquela letra e nenhuma queimou meu corpo como aquele rapaz…” continuava a velha…

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Mostrando um presente doloroso…

“Talvez eu não precisasse dele, mas precisava ver que existem pessoas ainda vivendo a mesma mágica que eu vivi e que essa espécie de brincadeira é sempre válida e gostosa…”

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Depois de década virada…

Foi bom ter te visto, mesmo que por uma foto estática onde você olhava para outra direção, mas que me fez relembrar nosso último encontro…

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Meus atos soltos…

São atos sem contextos, mas que ordenam um ponto qualquer com uma sequência que define que define o que nunca se esqueceu…

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