São lembranças espedaçadas que giram em torno de conversas, risadas, escapadas e um pouco do álcool alegre. De combustível para tirar a timidez, até a dose exagerada que nos fez esquecer…
Era uma estranha madrugada estrelada. Os pontos brilhantes no céu iluminavam mais do que se podia notar naquela cidade…
Eu te ouvi falar que não se sentia bem, mas que ia melhorar quando o sol saísse para dançar contigo…
A tarde estava ensolarada como há tempos não acontecia. O sol foi testemunha do seu pequeno sorriso…
Você se foi depois do feriado. Era uma noite quente e eu estava embriagado por tudo. Você ficou na mesa do bar enquanto eu dei as costas para o mundo que havia vivido…
Abro este caderno de recordações em um profundo céu azul sem nuvens. Em alto-relevo estão todas as passagens e marcas deste carrossel cigano que foram meus meses descritos…
“Traga-me o horizonte pela manhã, pois quero ver o que conseguirei ter com ele…”. Foi assim que a carta, amassada e esquecida pelo tempo, terminava em seu rodapé…
Se fosse escrever sobre como se apaixonou, começaria errado. Se fosse falar como terminou, terminaria errado…
Às vezes lembro do nosso último beijo. Não sabíamos que este seria o beijo que selaria nosso fim de uma maneira tão comum ou desavisada…