Tentou em vão desenhar novos horizontes em velhas sulfites espalhadas pela casa de sempre…
De uma janela violeta, foi ditado o cântico do amor platônico…
Parece uma brincadeira inocente e cheia de malícia nas bordas. Parece uma obsessão secreta, mas que se esquece no momento seguinte…
A insônia e a angústia por respostas sempre me fizeram refém do álcool…
Era um emaranhando de arte indefinidas por estilos conhecidos. Era um caminho completo, mas sem um mapa detalhado…
Relembrando bênçãos perdidas em uma desilusão passada. Realimentando a alma com os resquícios de algo que era a última rotina feliz…
Guiando pela noite com batidas desconexas de algo não muito fechado. O som é sempre aleatório e brinca com as novas lembranças…
O inverno já terminou, mas o ar gélido ainda paralisa as veias sedentas de verão…
Sopram boas, sopram más. Sopram o norte, sul, leste e oeste…