A insônia e a angústia por respostas sempre me fizeram refém do álcool…
Era um emaranhando de arte indefinidas por estilos conhecidos. Era um caminho completo, mas sem um mapa detalhado…
Relembrando bênçãos perdidas em uma desilusão passada. Realimentando a alma com os resquícios de algo que era a última rotina feliz…
Guiando pela noite com batidas desconexas de algo não muito fechado. O som é sempre aleatório e brinca com as novas lembranças…
O inverno já terminou, mas o ar gélido ainda paralisa as veias sedentas de verão…
Sopram boas, sopram más. Sopram o norte, sul, leste e oeste…
Eu choro porque tentei, eu choro porque eu pintei um caminho pelo menos correto…
A folha em branco demonstra a falta de ideia, o abismo crescente do medo de nunca mais preencher uma história…
Me ensina a ser como você quer, me ensina a me perder de uma razão para fazer tais coisas desfeitas…