O perfume percorre o ambiente, impregna as mãos e guias meus sonhos…
Não tenho uma foto para lembrar da gente. Sua imagem é um borrão de lembrança em um dia de neblina forte e impossível de definir…
Uma história de faz de conta sem um enredo definido e que se perde nas rimas que nunca se conectam…
Encontrei as velhas lembranças, escritas nos amorosos anos passados. Lembranças que brindavam o platônico e a descoberta do mundo da liberdade…
Existem os tipos a serem cumpridos, os que rezam para ser traçados e os que clamam por notoriedade…
Sempre tentei apostar nas alternativas que curavam os pontos falsos do amor…
A descrição falhou nos minutos finais. Trazendo à tona algo desconexo, uma criatura bizarra, sem molde e perpétua…
Falavam que eu cantava palavras, rimava a vida, transcrevia os sentimentos com a intensidade bela e rendia o fruto de um mundo mágico para eles…
Poderia ser o bom dia de elevador, o barulho da porta, o cheiro do café ou a risada alta.