Eu preciso parar de pensar em você. Eu preciso parar de ver seu caminho em cada canto que ando por essas ruas…
Se eu tentar não lembrar. Se você tentar não mentir mais. Se eu não lembrar, você vai mentir para que eu tente de novo…
Sinto seu suor banhando minha sombra em curtos espaços. Ouço sussurros esfregando as paredes do meu caminho…
E se tudo isso for uma ilusão? Se nada do que acontece em meus passos for real?
Por que você se fez tão linda na perfeição imaculada? Tão cheia de vida em um doce suspiro de primavera…
Ficaram tão bonitas as cores do laço. O presente do inquérito, a saudade do suspiro e o doce que melou os dedos de outrora…
No decorrer do dia eu descobri o que deveria fazer há tempos. Descobri que não se vive de amor ou de paixões determinadas…
Um capítulo é construído com base em seus passos e respiração. A história se desenrola por comodismo de uma cena comum e preguiçosa…
Adolescente ainda, virgem de ideias e buscando um passeio comum, escrevi meu primeiro verso…