Os dedos antes sempre acostumados a ver a beleza na incerteza e na neblina que paira sobre a vida, se perderam sobre as decisões não tomadas…
Encontrei as peças do quebra-cabeça manchadas de tentativas. Algumas tortas para tentar se adequar, outras intocadas por terem as cores da realidade…
As mentalidades se chocam, trazem o inconsciente da flor, uma pele morena branda e nunca acostumada com a intensidade necessária da poesia…
Com os barulhos e a sensação de infinito eu pensei em você. Eu me revi ao seu lado, mesmo tudo sendo um sonho…
Como te descrever em um texto, sem ser repetitivo? Como escrever sobre você, sem usar as mesmas conotações anteriores?
Tentei almejar um bom lugar para avistar tudo, mas de só avistar, meus braços doeram e tive que ir para luta…
Nunca quis voltar no meio do caminho. Nunca quis marchar para fora de algo que não soubesse desenhar…
É outro idioma, uma nova regra com um sotaque confundível. É a necessidade bebendo da sua melhor fonte. É um riso solto por um brilho de palco…
Um veneno destilado em mensagens que se perdem pelo ar. Um novo começo que incomoda pelo final trágico que foi anunciado…