É um monstro invisível que beira pelos cantos, no silêncio que se faz ouvir e no escuro que faz brilhar…
Um colírio de promessas que se quebra com o vento de agora e leva um segundo mais que a conta da curva no canto qualquer…
A aflição foi o início da conversa entre eles. Uma súplica por parte dela e uma tranquilidade transparente por parte dele…
Se a inspiração falta, o ar respira as notas na vitrine do saber… Se a conjugação é fraca, as diretrizes explicam e desenham uma incógnita…
A insônia guia um tiro certo, guia um mar em respaldo a clareza da mente. Guia de forma sucinta a mente por entre vielas que já foram visitadas…
Toxina que arde as propagações do frio externo. Ruído do atrito perdido da risada que machucou o inverso…
Pétala de chuva que molha os grãos do asfalto branco da rua adjacentes. Um tilintar de sinos que parecem joias suspensas em um céu de brigadeiro…
As cores repetidas mostram que o cenário é o mesmo. Com discussões apenas imaginadas porque a porta nunca foi aberta…
Candelabros guiam o caminho tortuoso de uma canção triste.