Perdem-se momentos profissionais que foram o início de tudo. Perdem-se as brincadeiras de corredor e lembranças esquecidas de uma noite qualquer de estudo…
Um vento me puxa para o lado escuro e que precisa de angústia para descrição…
Contraste vivo em poucas horas… A chuva e frio implacável, dando lugar ao calor e transpiração necessária…
São fragrâncias perdidas de uma estrofe. São predicados perdidos com os ocultos lunares…
Os dedos antes sempre acostumados a ver a beleza na incerteza e na neblina que paira sobre a vida, se perderam sobre as decisões não tomadas…
Encontrei as peças do quebra-cabeça manchadas de tentativas. Algumas tortas para tentar se adequar, outras intocadas por terem as cores da realidade…
As mentalidades se chocam, trazem o inconsciente da flor, uma pele morena branda e nunca acostumada com a intensidade necessária da poesia…
Com os barulhos e a sensação de infinito eu pensei em você. Eu me revi ao seu lado, mesmo tudo sendo um sonho…
Como te descrever em um texto, sem ser repetitivo? Como escrever sobre você, sem usar as mesmas conotações anteriores?