Devemos partir, devemos viver. Esperei por tempo demais. Dê-me um ritmo simples. Eu só preciso de uma música para cantar…
Tinha um envelope na mão, cheio de ilusões e postado com um destino improvável…
Decidiu esperar toda essa multidão passar. Com ela também irá a escuridão embora. Todos os problemas se vão e o sol voltaria a brilhar…
O rádio canta aquela canção triste e eu penso nas melodias perdidas que me fizeram chegar aqui…
Sorrateiramente bicou a porta dos fundos para adentrar a festa que nunca fora convidado…
O copo se quebrou pela fragilidade do momento. Foi um trinco que partiu metade de um coração já marcado e cansado…
Havia esquecido quando tinha se acostumado com o lado acre da vida. Quando o odor do lado imundo de um mundo que o ignorava, havia virado parte da sua rotina…
São explosões como as dos fogos de fins de ano. Celebrando um momento ou apenas o alívio de uma paz que custou em dar as caras…
Escrevo em primeira pessoa sem saber como mudar o contexto ou a visão de todos os sentimentos e resultados que encontro em meus passos…