São explosões como as dos fogos de fins de ano. Celebrando um momento ou apenas o alívio de uma paz que custou em dar as caras…
Escrevo em primeira pessoa sem saber como mudar o contexto ou a visão de todos os sentimentos e resultados que encontro em meus passos…
E a paranoia se instalou. Chegou de mala e cuia, avisou o fanfarrão e o chefe gostou…
Escuto frases soltas de músicas que batem na minha mente, trazem alguma lembrança e um pouco de sonho…
Era perfeito. Era a realização de sonho. Era o novo. Era lindo. Era sentimental…
É uma tarde nublada de quarta-feira e as garrafas se acumulam na pia, ele fica olhando por alguns minutos sem se lembrar de quando foi que as tomou…
Eu penso em você mais do que devia ou que faço me importar…
O quadro completo da humilhação desolada e devastada por mentiras e traições inexplicáveis…
Não consigo desfazer o passado latente que perambula em meus passos como se fossem futuras linhas das minhas decisões…