E ela adormeceu. Agora ela sonha com os brilhos de uma constelação. Ela tem seu brilho forte, depois de carregar em sua bolsa as histórias do seu lugar…
Como poderia me arrancar dessa rotina, dessa rua barulhenta e desses sonhos estúpidos que em vão tento fazer dar certo…
Que nos trazem lembranças boas, mas ao mesmo tempo remetem ao passado distante e intransitável…
O reflexo do seu rosto no vidro da loja de bebida evidenciava toda uma teia de acontecimentos anteriores…
E está acontecendo novamente. Eu deito aqui, com a palpitação acelerada, olhando um céu indefinido sem razão…
Ele fazia sempre a metáfora que sua vida era como as fases de lua e mar. A eterna ida e vinda entre altos e baixos…
Essas mãos tremem porque sabem da verdade, sabem da realidade que você acabou forjando para partir do meu mundo…
Eu te amarei até o último suspiro existir neste mundo e em meus sonhos básicos…
É como se o mundo parasse de girar e eu conheço como é a espera até você notar…