Toda vez uma nova onda de pensamento. Uma nova alegria ou uma melancolia manchada de prazer obscuro. Um fruto proibido que cresce onde menos queremos…

Um vento qualquer, um pedido suplicado, uma névoa de inverno, um beijo com gosto de verão. Opostos que mensagens tentam aproximar. Conversas além de uma melodia confusa e recheada de algo infantil, mas com certa dose de malícia vespertina. Tentamos sempre um borrão para completar o copo largado na noite, uma espera fraca que sentencia mais uma derrota planejada. Um martírio solitário, preso à uma história que se perdeu do contexto inicial. Um abraço sem força, um alento sem atenção. Uma chuva de verão que alaga o quintal e apaga aquele rabisco que disse tanto com poucos riscos. E ela apenas queria um elo para se segurar e não chorar na janela sem varanda…