Estou à deriva e nas profundezas da escuridão do mar onde desejamos a vida longa fora da realidade…

Sigo com a total intenção e o bom senso de reconhecer o que é falso e me desfazer dele. Não tenho dúvida, que esse instinto primário e profundo que habita aqui dentro de mim, desencadeia o pensamento sobre como crescer sem os pontos nocivos que esse entorno gera.

Então eu me livro de todas as amarras que me prendiam a este plano sem razão e me silencio sobre novidades e futuros passos. Deixo de ser mais um dos seres que se encantava por uma voz mecânica e divina que nunca vi a face, mas imaginava como seriam os traços. Deixo para trás tudo o que construí e não me despeço, pois aprendi que sempre temos que desejar o melhor quando partimos – e eu não quero mentir mais uma vez…