Nunca quis voltar no meio do caminho. Nunca quis marchar para fora de algo que não soubesse desenhar…

Agarre minha mão e grite seus segredos mais íntimos. Deixe-se guiar pelo eco da sua voz trêmula e observe como as paredes e janelas se movem com o medo escancarado. Deixe-se reger pela melodia cheia de esperança que iniciou ali naquele canto brilhante de sol. Permita-se explorar novos conceitos, lugares, sabores e sonhos. Permita-se questionar, lardear, vascular e também aplaudir o que tiver de ser. Inicie a conversa pelo meio, introduza suas conclusões no meio do vocabulário estático e retire a pontuação para refazer as pausas e brincar com novos significados com o local da vírgula da vida.

Encha o copo da forma que quiser e desfrute do líquido proibido que diz tanto sobre você, mesmo nunca tento provado antes. Faça a ligação que quiser e esqueça as famosas marcas que atuaram nos seus passos passados. Seja a estrela da manhã, o claro da noite e os antônimos que não precisam de conjunções para ser vivos. Seja, viva e se perca, porque a fase do choro já teve seu fim há capítulos perdidos atrás…