Era a lembrança do pecado volátil. O escape perfeito de uma tarde ensolarada com o beijo roubado na dobra da esquina…

Era o perfume floral que ganhava vida com o sol forte sufocante. Era o predicado oculto de uma jornada misteriosa. Era como ouvir muitas voes e não reconhecer uma palavra. Era como atravessar a rua escaldante com os pés para fora e sem proteção.

Era a espera por algo que demora mais que o normal. Era o sonho aflito que rouba o fôlego e faz despertar. Era a promessa fajuta e os planos rarefeitos. Era a saudade do calor que fazia o seu corpo pálido tremer. Era a saudade do verão que fazia deprimir. Era apenas saudade…