Era um tempo de solidão extrema e aflições diferentes a cada noite que virava a mesma esquina com sonhos diferentes no hálito pesado…
Mesmo que você não falasse mais comigo e me apagasse de sua mente, eu ainda criaria as mesmas atrações por você. Eu ainda rimaria a mesma incerteza de antes. Eu ainda escreveria o seu nome nas estrelas errantes de constelações inexistentes. Eu esperaria o seu olhar sorridente na última noite e te convidaria para aquela última dança no salão apagado…
O sol agora se vai bem mais cedo do que antes, transformando todas as noites em lágrimas angustiantes que suplicam uma noite sem a sua figura na minha mente. Já me entorpeci de todas as drogas possíveis e parece que meu coração teima em criar histórias onde a gente encontra a felicidade – mesmo eu sabendo, e lembrando cada vez mais, que você disse que a sua felicidade era totalmente longe daqui e desconhecia qualquer chance de isso acontecer…
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