Eu te amo mais do que letras podem contar. Eu te amarei até o último suspiro existir neste mundo e em meus sonhos mais básicos…
Eu te amo até acordar de um pesadelo, onde vivo em um mundo sem a sua existência. Eu sou aquele que acredita em mudanças drásticas ou puras, em trens e parques. Em transformações sentidas e doces tatuagens que viram feridas nos bancos traseiros de carros queimados. Eu te amo, mesmo se este amor não existir no mundo. Com ou sem a ajuda de sirenes e solas brancas.
Essas imagens se juntam em um aglomerado de estrelas, dançam em um céu tomado pelo vento temporal, e tudo parece estar bem, pois no ritmo cantado, elas continuam soletrando seu nome — e o quanto eu posso te amar nesta vida. Eu te amo como a poesia me permite e enquanto a poesia não se cansa de dizer que meu amor vai continuar, mesmo que esta cidade se desfaça, na desgraça de você nunca ter existido em brilho maior que uma andorinha de inverno…
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