E foi assim que as velas se apagaram com o vento, a mágica foi desfeita e talvez uma ponta de verdade apareceu…

Nunca seríamos um do outro e é assim que ficarei – Sozinho. Hoje eu canto as poesias no mundo, sozinho por escolha… Sozinho por ter sonhado demais sem realizar nada do que imaginei. Estou sentindo as faltas que machucam a vida. A falta de manias, a falta de rotina, a falta de reconhecer tudo o que me faz bem de verdade. Um alívio sútil que traz a alegria e tenta encobrir a falta que você faz na minha vida. Essa intensa falta que eu sinto todos esses dias…

A falta de ter sonhos planejados e não realizados e continuar com a minha sina fatal. A de sofrer por amor que tanto causei em outras, colhendo agora grão a grão por sua causa. Este é meu cruel destino. Por amar demais o impossível e desprezar o possível que sempre tive em mãos…

E assim morrerei – ou pelo menos deveria morrer com tudo isso ao meu lado…