Era perfeito. Era a realização de sonho. Era o novo. Era lindo. Era sentimental…
Era sentido. Era vivido. Era estimulante. Era a concretização de tudo. Era tudo. E ao mesmo tempo nada. Era o mundo. Era uma folha de papel almaço, daquelas que a gente tinha que fazer ditado no primário.
Era um encontro de olhares. Era um sorriso. Era uma risada sem compromisso. Era uma troca de favores. Era o sem querer querendo. Era atiçado. Era safado. Era de propósito. Tudo ou nada. Depende sempre do olhar depois. Do livre atrito das mãos que não sabem o que buscar. Nem o que achar.
E sem saber o que achar eu fiquei aqui sonhando. Descrevendo tudo nas linhas poéticas livres do meu coração. Tudo amando demais. De menos. Menosprezando tudo. Focalizando a perfeição que não conheço a espécie. Tentando aprender. Reaprender. Amar. Odiar. Amar de novo…
Conte-me algo aqui...