De um lado que não se enquadra por vontade. De uma confissão tardia que destruiu os alicerces…

Do convite não feito que se perdeu no sentido que existiu. Das brechas mostradas pela falsidade e de como as inúmeras atividades aconteceram. O ritmo que estava fora, o sorriso vazio de um emblema qualquer. O ruído que borrou a aquarela rarefeita. O horizonte desmentido, de um oásis que a prosa repetiu para virar rima.

Duas conversas distintas, pontos em comum para o além finito. O caminho tortuoso e que faz se perder, por sempre parecer igual. A moça na janela e suas lágrimas distantes. O sonho de uma vida que não se pertence e nunca existiu fora daquele pesadelo específico. Os mantimentos foram perdidos quando a porta se fechou e a chave caiu na chuva de granito…