Fotografias borradas que me fizeram percorrer as sombrias estradas de outrem…

Tentei os ângulos obtusos que eram os mais opostos possíveis. Pude sentir tudo aquilo como se fosse real, como se fosse uma das pétalas da minha esperança que crescia forte. Caminhos foram traçados, mentes abertas e ligadas pela brancura do invisível. A redundância tomou as rédeas deste páreo que já começou sem vitorioso. Sem público, sem aplauso. Apenas a estática do mistério, a indecisão da névoa da manhã, o silêncio do túmulo vazio. Poderia tudo isso me fascinar? Poderia tudo isso trazer-me a vida? Poderia tudo isso me levar de volta àquele início que já até esqueci, de tanto lutar e fugir? Mais uma melodia se termina sem refrão…