É uma avalanche de situações que esmagam nossa capacidade de pensar, de agir, de sorrir e de viver…
São situações cotidianas, daquelas que não temos controle e até sabemos que podem estar na esquina ali, na espreita, esperando um momento para aparecer e dizer que é parte da vida. O problema é quando diferentes aparições ocorrem na sequência e ficamos perdidos, sem chão e aflitos por uma razão de tudo estar desabando ao redor.
Situações que sugam nossa energia para o longe. Situações que nos mantém insones, simplesmente existindo e sem forças para raciocinar ou encontrar os pontos claros que tanto gostamos e necessitamos…
Assim fica difícil sorrir ou fingir uma normalidade quando a mente te aprisiona com a pior das possibilidades, nos lembrando que pode ser tudo uma previsão da realidade próxima. Tão próxima que sentimos seu hálito e suas garras bem à nossa frente. Resistimos. Mesmo sabendo que é inútil. Mesmo sabendo que a corrente é mais forte que nossas mãos e que estamos caminhando para aquele abismo e não conseguimos – ou não queremos – aceitar. Até quando cairmos e nos quebrarmos em novos pedaços, dessa vez mais solitários que antes, porque algumas pessoas que estavam presentes antes, já se foram…
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