Foi de uma festa com ritmo constante. Foi de maneira que todos se completavam de uma só vez. Foi o tão aguardado princípio do meio afim…

A construção ao lado desmoronou a última estaca. Se bateu para o fundo de um poço que era senhor de tempo, mas não de engenho. Os pilares históricos se enfermavam, com tosse carregada, com pavio curto e infecções internas. Sem homeopatia científica, sem balsamo caseiro ou prece recomendada… O fio da obra se tornou espesso demais para passar no crivo inocente.

A moça trouxe as boas margaridas, regadas de notícias criadas e mentiras do avesso. O passo do folclore recheou o interminável feriado que já estava embriagado do princípio. As alas se misturavam sem ritmo, na pressa de um relógio que iria pesar no trabalho feito e amassar ainda mais o sorridente caminho. Nas cornetas populares, o hino em gênero definido, pintavam e bordavam um carnaval que já começava fora de época – fora de esquadro. Fora de ser…

E no fim de tudo, era o carnaval que a criança teve que contar como tarefa didática, daquelas redações que o tema era livre, mas a forma não…