Ela murmurava uma canção enquanto descia pela ladeira. Um ritmo único e mesclado entre o caminhar e as notas mais altas…
Um lampejo durante a relva da manhã. Um bocado tarde para se trazer as novidades. Um tanto qualquer de sonhos nebulosos. Uma vitória cedo das solitárias tardes de calor. Um ícone perdido em uma parede de grafites. Um desapontamento em forma de piada pronta. O nervosismo de se falar um idioma novo, em partes conhecidos, mas sempre esquecido. O pedido para a sorte guiar os próximos passos e decidir onde o dinheiro não vai sobrar. Um problema de temperamento, a voz que falha na hora da gentileza, mas soa alto demais para agradecer, sendo rude e desrespeitoso. Um sorriso amargo e o olhar sempre baixo da tristeza repentina. A promessa em vão e a oração que pede para esquecer de tudo isso rapidamente, senão os dias continuarão cinzas…
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