Um grito perdido, um vale imundo e uma coleção sem peças suficientes. Foi ditado perdido como se não valesse nada mais…
A canção diz que se é para esquecer, mas está tatuado na pele morna de um sol inexistente. E a gente enxerga qualquer coisa que possa salvar um sonho acordado. Alguns matam a noite por medo de não acordar, outros acham o descanso nas pílulas que prometem um mundo diferente. Uma queimação que se perde por conta dos contextos desconexos de uma mente que não para de trabalhar. É a perda do ritmo, da falta de tato e de todo um conjunto que nunca se mantém de pé no altar do recinto. É a tristeza de um relógio cansado de lutar contra o mesmo segundo por pura falta de energia…
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