Era um medo que não se palpava. Era uma constante alucinação de algo que nunca havia sido de verdade…
Sem querer a foto ficou poética. Com a cerveja que abriu o sorriso e o sol se mostrando uma coroa em seu corpo escultural…
Com uma marca que nunca mais sairá do corpo eu sigo meu calabouço mental por tua culpa…
Sempre gostei de ver o horizonte do caminho escolhido. Sempre pensei que aquela paisagem era a testemunha das minhas andanças…
Ela sorria sem jeito, como se estivesse brava, mas era seu jeito de não transparecer nenhum sentimento por aquele momento…
É sem culpa ou um propósito. É apenas uma questão de lugar e oportunidade. Um conjunto de sons e ritmos que te guiam para o caminho…
Culpo-me por não guardar um perfume. Busco ao redor meteórico uma razão. Solto ironias para aliviar uma possível tormenta sentimental…
Trabalhado o olhar correto em um momento inusitado, com todas as imperfeições características e um clima impossível de se notar…
Ele terminou seu copo e tentava pedir desculpas com os movimentos e braços. O silêncio agora era algo nocivo…