Uma rosa gelada na multidão. Um esbarrão que inicia uma conjugação diferente em forma literária desconhecida…
Planos desfeitos em um papel ruído pela desilusão. Fugas benditas por conta de uma péssima recepção de ideias e tristes afagos…
Como um balanço de estoque oferecemos e vendemos nossas energias e acúmulos gerais, para nos completarmos…
Pétalas ao vento de almaço. Ferro ardente polar. Simplificando o complexo de mitos transcendentais…
Eu me assustei com a pergunta, pois nunca imaginei que alguém pudesse sentir-se “inveja” da minha vida. Mas sei que isso tudo parte de um pressuposto absurdo…
Ela olhou para um pedaço de caminho desbotado. Quis juntar os cacos que foram deixados por ali…
É um monstro invisível que beira pelos cantos, no silêncio que se faz ouvir e no escuro que faz brilhar…
Sempre comentei que iria até meu joelho estourar. Sempre soube que seria uma atividade finita e que esse fim chegaria…
São contrastes que machucam, mas que deixo passar. São detalhes que antes me incomodavam, mas hoje fico alegre de tê-los, para que me lembrem o quão velho estou…