Nunca quis voltar no meio do caminho. Nunca quis marchar para fora de algo que não soubesse desenhar…
Você se foi como chegou. Do nada, sem avisar, intensa e sem razão. Uma conversa mal acabada fez você desligar o telefone e sumir de novo…
É da razão da chuva que se transforma o sabor do orvalho. Pequenas pétalas que pintamos os melhores cartões postais…
É outro idioma, uma nova regra com um sotaque confundível. É a necessidade bebendo da sua melhor fonte. É um riso solto por um brilho de palco…
Alívio por um lado, angústia de outro. O pêndulo interminável das questões que povoam a mente…
Um veneno destilado em mensagens que se perdem pelo ar. Um novo começo que incomoda pelo final trágico que foi anunciado…
Era um fim de tarde como outro qualquer naquela cidade. As pessoas saiam e entravam dos bares, gerando um ritmo contínuo e carregado, mas nem sempre engraçado…
Dois homens conversam no aeroporto. São novos amigos se conhecendo, com risadas alegres do puro compromisso de se conhecer alguém…
Um jeito novo de contar, uma maneira nova de sorrir, uma velha escola e um novo começo. O pontapé de algo que não teve sinal para iniciar…