Tag poesia abstrata

Só é permitido o que for finito…

Em horas de calor e álcool as promessas se intensificaram. Não eram apenas juras sacramentadas, era um início de amor…

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O que há de errado com o tudo bem?

Doce melodia tão difícil de cantar. Flashes de memória que transcrevem os momentos que o rádio cantou, em uníssono, o orvalho do anoitecer…

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Quero pensar cada vez mais em você…

Eu penso em suavizar as nossas extremidades, em tecer um comentário tenro que te faça suspirar com um sorriso matinal…

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A beleza falsa dos dias…

E enquanto sonhamos com o lindo sol de verão, temos o longo inverno de companheiro fiel…

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Retratos de um instante…

Um grito perdido, um vale imundo e uma coleção sem peças suficientes. Foi ditado perdido como se não valesse nada mais…

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De um lugar que nunca para…

O sorriso sincero contagia um substantivo fazendo-o verbo. De ação ou emoção, um verbo transcrito…

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Cuidando de roseiras e não baobás…

São pétalas de esperança, de um toque adocicado e tato de veludo. São pétalas que nascem com brilho e se vão com a certeza do infinito…

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São os olhos que brilham…

Como começar uma lira sem a redondilha menor ao fim do próximo verso?

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Seu toque me venceu…

Foi algo congelado por detritos pequenos. Um toque inesperado depois de um sonho acordado. Foi um pingo de realidade no meio de tantos devaneios…

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