Dor engraçada que se aplica na poesia descarada. Uma frase curta para se dar a intensidade da rima. Do ritmo dessa canção que nem se entende…
Toda dor é um sinônimo fraco para um antônimo forte. Toda dor é calculada, fria e onipresente. Ela está ali, sempre ali…
Risos ecoando ao longe, após uma nevoa que trouxe mais questionamentos do que razão. Uma boa pitada de poesia intransponível feita de algodão…
Tinha um envelope na mão, cheio de ilusões e postado com um destino improvável. Improvável de vestimentas, de cheiros, de lugares ou de reviravoltas…
Deste rabisco sem início surge uma nova epopeia. Das letras tensas e tremidas é composta uma nova canção…
Guiando pela noite, batidas desconexas de algo não muito fechado. O som, que é sempre aleatório, brinca com suas lembranças novas…
Um doce momento, curto e vespertino. Como a brisa que acalma depois de um verão insano. Foi como aquele olhar perdido que não se sustenta por não acreditar mais…
Como começar uma lira sem a redondilha menor ao fim do próximo verso?
Entre trapos e retalhos de uma vida, com fotos e imagens descritas tão limpas que pareciam o início de um outono…