Com um ritmo conhecido e uma máscara de demônio. Uma lágrima escorrida borrada de uma maquiagem e um pedido de desistência…
É um sol esquisito que brilha mais do que o princípio. É uma aquarela com tons indefinidos que percorrem o rio…
O copo esvaziou pela terceira vez, já eram mais de quarenta minutos de atraso e nenhum retorno. Ele entendeu que ela não viria…
Sempre quis mais do mesmo, preferi do fim ao começo. As jangadas de emoção distantes ao som do mar fumegante. O princípio do consulado correto, príncipe de copas no carteado…
Deste que teve todos os ingredientes possíveis, não teve realidade. Mas se é sonho, tem que ter a fantasia…
E ela começou a se perder nas linhas que desenhou, para tentar fugir da inevitável rede de intrigas e falsidade que criou…
Era sua cidade natal e, mesmo que tudo tivesse mudando e muita coisa fosse diferente, ainda era sua cidade…
Uma rosa gelada na multidão. Um esbarrão que inicia uma conjugação diferente em forma literária desconhecida…
Planos desfeitos em um papel ruído pela desilusão. Fugas benditas por conta de uma péssima recepção de ideias e tristes afagos…