Tag Poesia

Um sexo intenso que se repetiu por tesão…

Era de um azul indefinido de mistérios e prazeres quentes para a pele e todo o desejo que haviam prometido…

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O quanto se pode, sem a solidão perceber…

Parece uma brincadeira inocente e cheia de malícia nas bordas. Parece uma obsessão secreta, mas que se esquece no momento seguinte…

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E a vontade do desconhecido se foi…

Perdi aquela paixão por encontrar capítulos perdidos no meio da multidão. Perdi a vontade de achar uma poesia incompleta na mesma estrofe que eu…

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O sentimento bate forte carente de aflito…

A insônia e a angústia por respostas sempre me fizeram refém do álcool…

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O cristal que se perdeu sem se chocar…

Era um emaranhando de arte indefinidas por estilos conhecidos. Era um caminho completo, mas sem um mapa detalhado…

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O viajante quer morrer para se curar…

Relembrando bênçãos perdidas em uma desilusão passada. Realimentando a alma com os resquícios de algo que era a última rotina feliz…

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E sempre no vinte e cinco do mês…

Ainda não consigo desassociar esse dia de você. E impressionante como ainda lembro novos detalhes…

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Uma estrada biográfica…

Guiando pela noite com batidas desconexas de algo não muito fechado. O som é sempre aleatório e brinca com as novas lembranças…

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O tempo ainda não mudou…

O inverno já terminou, mas o ar gélido ainda paralisa as veias sedentas de verão…

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