Era de um azul indefinido de mistérios e prazeres quentes para a pele e todo o desejo que haviam prometido…
Parece uma brincadeira inocente e cheia de malícia nas bordas. Parece uma obsessão secreta, mas que se esquece no momento seguinte…
Perdi aquela paixão por encontrar capítulos perdidos no meio da multidão. Perdi a vontade de achar uma poesia incompleta na mesma estrofe que eu…
A insônia e a angústia por respostas sempre me fizeram refém do álcool…
Era um emaranhando de arte indefinidas por estilos conhecidos. Era um caminho completo, mas sem um mapa detalhado…
Relembrando bênçãos perdidas em uma desilusão passada. Realimentando a alma com os resquícios de algo que era a última rotina feliz…
Ainda não consigo desassociar esse dia de você. E impressionante como ainda lembro novos detalhes…
Guiando pela noite com batidas desconexas de algo não muito fechado. O som é sempre aleatório e brinca com as novas lembranças…
O inverno já terminou, mas o ar gélido ainda paralisa as veias sedentas de verão…