Pensou-se no seguinte: “Se foi para voltar, foi para ter novas experiências”…
A noite se calou pela última vez. Ruídos foram ouvidos, mas foi o rangido da tristeza que tomou conta de todo o ambiente…
Era uma teia de mentira sem fim, onde se perdiam as narrativas e razões. Onde se perdeu inclusive o pouco de realidade que existia…
Quando se olha ao redor, percebe as histórias incompletas sendo preenchidas nos espaços que antes ocupamos com pensamentos…
É como um som do mar que acalma, mas dependendo da vibração causa um temor de algo a ser enfrentado…
Na certa proporção desenhada existem as parábolas de ensinamentos cordiais. Existem os cumprimentos matutinos que encantam as donzelas do riacho…
Eu também sofro. Como qualquer outra pessoa. Sofro com o inconsciente e com tudo que não posso realizar. Sofro e sofro muito…
É um caos desornado à beira mar. Como um mar de impossibilidades, fagulhas e centeias que podem criar a destruição jamais sonhada…
Depois das ruas vazias, portas fechadas, medo extremo, incógnitas a mil e muitas perguntas… Tudo começou a voltar ao normal…