São explosões como as dos fogos de fins de ano. Celebrando um momento ou apenas o alívio de uma paz que custou em dar as caras…
Escrevo em primeira pessoa sem saber como mudar o contexto ou a visão de todos os sentimentos e resultados que encontro em meus passos…
Há dez anos eu perdia o meu grande amor e a razão de muitos dos meus sorrisos involuntários…
E a paranoia se instalou. Chegou de mala e cuia, avisou o fanfarrão e o chefe gostou…
Eu sempre tive um problema sério com nomes. Eu sempre consegui lembrar a cara da pessoa, onde nos conhecemos e algumas histórias longas e divertidas, mas quase nunca os nomes…
Ele insistia em se dizer dali, porque ainda conseguia caminhar por suas ruas sem se perder e sabendo indicar o melhor ponto para se ir…
É o momento de fechar as malas e seguir para a apneia longe daqui. É o momento de começar o novo ano de verdade…
Escuto frases soltas de músicas que batem na minha mente, trazem alguma lembrança e um pouco de sonho…
Era perfeito. Era a realização de sonho. Era o novo. Era lindo. Era sentimental…