Tag Poesia

Das inconsequências de uma louça velha…

O copo se quebrou pela fragilidade do momento. Foi um trinco que partiu metade de um coração já marcado e cansado…

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Quando as opções minguam para sempre…

Havia esquecido quando tinha se acostumado com o lado acre da vida. Quando o odor do lado imundo de um mundo que o ignorava, havia virado parte da sua rotina…

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Dos desejos que sempre planejou fazer…

Ele sempre quis fugir ou sumir do mundo. Era um dos seus principais pensamentos e vontades…

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As diferentes faces da insônia…

O relógio marca 2:57 e é a quinta vez na semana que acordava no mesmo horário…

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Das trocas mentais e físicas…

São explosões como as dos fogos de fins de ano. Celebrando um momento ou apenas o alívio de uma paz que custou em dar as caras…

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Voluntariado dos que sofrem além…

Escrevo em primeira pessoa sem saber como mudar o contexto ou a visão de todos os sentimentos e resultados que encontro em meus passos…

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Dez anos sem a minha razão…

Há dez anos eu perdia o meu grande amor e a razão de muitos dos meus sorrisos involuntários…

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As crianças não brincam mais de aviãozinho…

E a paranoia se instalou. Chegou de mala e cuia, avisou o fanfarrão e o chefe gostou…

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E as pessoas se vão sem um nome…

Eu sempre tive um problema sério com nomes. Eu sempre consegui lembrar a cara da pessoa, onde nos conhecemos e algumas histórias longas e divertidas, mas quase nunca os nomes…

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