Guiando pela noite, batidas desconexas de algo não muito fechado. O som, que é sempre aleatório, brinca com suas lembranças novas…
Foi com toques de uma maciez marcante, um sal com nuance doce, um pêndulo parado por conta de uma respiração. Foi um pesadelo de amor de algo que nunca aconteceu…
Sua suavidade me assusta, a calmaria plena do olhar. O instante perdido inédito e a reprise dos momentos vividos pela vivência…
É um caso perdido de um coração que não bate mais. Um pedaço de história sem enredo que deixou um sonhador sem algo para contemplar…
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Toda vez uma nova onda de pensamento. Uma nova alegria ou uma melancolia manchada de prazer obscuro. Um fruto proibido que cresce onde menos queremos…
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Mando essa carta como alento para uma mente viajante. Escrevo para tentar liberar todas as energias de meu corpo, de meu coração que cansa de pulsar para um organismo sem muita emoção…
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