Como te descrever em um texto, sem ser repetitivo? Como escrever sobre você, sem usar as mesmas conotações anteriores?
Nunca quis voltar no meio do caminho. Nunca quis marchar para fora de algo que não soubesse desenhar…
É da razão da chuva que se transforma o sabor do orvalho. Pequenas pétalas que pintamos os melhores cartões postais…
É outro idioma, uma nova regra com um sotaque confundível. É a necessidade bebendo da sua melhor fonte. É um riso solto por um brilho de palco…
Um jeito novo de contar, uma maneira nova de sorrir, uma velha escola e um novo começo. O pontapé de algo que não teve sinal para iniciar…
Os tempos estão mudando, com o sol se escondendo na vergonha, a lua com uma timidez acentuada e os ventos gelados no verão…
São frases distintas perambulantes. São retratos de um passado presente. São marcas deixadas pelas curvas do rio…
Dor engraçada que se aplica na poesia descarada. Uma frase curta para se dar a intensidade da rima. Do ritmo dessa canção que nem se entende…
Toda dor é um sinônimo fraco para um antônimo forte. Toda dor é calculada, fria e onipresente. Ela está ali, sempre ali…