Ela olhou para um pedaço de caminho desbotado. Quis juntar os cacos que foram deixados por ali…
É um monstro invisível que beira pelos cantos, no silêncio que se faz ouvir e no escuro que faz brilhar…
Havia uma certa tensão no ar, era como se estudasse os passos e palavras para fazer sentido ali, soltas em uma ruela qualquer…
Um colírio de promessas que se quebra com o vento de agora e leva um segundo mais que a conta da curva no canto qualquer…
A aflição foi o início da conversa entre eles. Uma súplica por parte dela e uma tranquilidade transparente por parte dele…
Se a inspiração falta, o ar respira as notas na vitrine do saber… Se a conjugação é fraca, as diretrizes explicam e desenham uma incógnita…
Diga para a ela que eu estou bem, que meus olhos se cansaram de esperar na mesma janela, dias inteiros, o carro azul chegar para poder sorrir…
A insônia guia um tiro certo, guia um mar em respaldo a clareza da mente. Guia de forma sucinta a mente por entre vielas que já foram visitadas…
Era um feriado diferente para mim. Mesmo sem os amigos de sempre, decidi ficar sozinho na minha cidade natal. Era um momento de descanso…