Tag um confessionario

Depois de década virada…

Foi bom ter te visto, mesmo que por uma foto estática onde você olhava para outra direção, mas que me fez relembrar nosso último encontro…

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Foi muito pouco. Foi quase nada…

Um doce momento, curto e vespertino. Como a brisa que acalma depois de um verão insano. Foi como aquele olhar perdido que não se sustenta por não acreditar mais…

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Retratos de um instante…

Um grito perdido, um vale imundo e uma coleção sem peças suficientes. Foi ditado perdido como se não valesse nada mais…

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Um porque sem razão…

Talvez nem imaginasse um som agudo vindo do canto da sala. Talvez não tivesse rascunho o capítulo seguinte de um enredo distante…

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De um lugar que nunca para…

O sorriso sincero contagia um substantivo fazendo-o verbo. De ação ou emoção, um verbo transcrito…

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Cuidando de roseiras e não baobás…

São pétalas de esperança, de um toque adocicado e tato de veludo. São pétalas que nascem com brilho e se vão com a certeza do infinito…

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São os olhos que brilham…

Como começar uma lira sem a redondilha menor ao fim do próximo verso?

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Sobre o frio que aprisiona…

O frio aprisiona. Faz lembrar um tempo de liberdade palpável, brinca com as não possibilidades, enquanto apenas te lembra de que você não pode sair…

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Meus atos soltos…

São atos sem contextos, mas que ordenam um ponto qualquer com uma sequência que define que define o que nunca se esqueceu…

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