Foi bom ter te visto, mesmo que por uma foto estática onde você olhava para outra direção, mas que me fez relembrar nosso último encontro…
Um doce momento, curto e vespertino. Como a brisa que acalma depois de um verão insano. Foi como aquele olhar perdido que não se sustenta por não acreditar mais…
Um grito perdido, um vale imundo e uma coleção sem peças suficientes. Foi ditado perdido como se não valesse nada mais…
Talvez nem imaginasse um som agudo vindo do canto da sala. Talvez não tivesse rascunho o capítulo seguinte de um enredo distante…
O sorriso sincero contagia um substantivo fazendo-o verbo. De ação ou emoção, um verbo transcrito…
São pétalas de esperança, de um toque adocicado e tato de veludo. São pétalas que nascem com brilho e se vão com a certeza do infinito…
Como começar uma lira sem a redondilha menor ao fim do próximo verso?
O frio aprisiona. Faz lembrar um tempo de liberdade palpável, brinca com as não possibilidades, enquanto apenas te lembra de que você não pode sair…
São atos sem contextos, mas que ordenam um ponto qualquer com uma sequência que define que define o que nunca se esqueceu…