Um céu outrora branco e listrado de promessa se pôs a lamentar-se. Correu-se por veias divinas cheio de lamentação e confuso de sol e chuva. Hipotermia barata do amor, com lágrimas secas de uma pétala cor de violeta…
Pergaminho ditando um caminho doloroso e cintilante, de brilho eterno, rumo ao desconhecido jardim infantil. Se fosse amor não seria notado, com flash embutidos na gola alta da surpresa. Se fosse amor não seria ruído de dentes feitos para bater no frio que nunca se acostuma. Se fosse amor seria um anúncio de infinito com data de validade nas portas que abrem o desfecho com um ar de mistério…
Os poucos atentos viram o pedido mortal pintado em seu rodapé. Os poucos atentos ouviram, ao bater, as notas fúnebres de uma canção mal resolvida. Os poucos atentos olharam os pássaros voando para longe. Os poucos atentos tentaram exclamar “Como bater asas?” Só que ele sentiu-se encurralado demais… E correu pelos cantos! Só se deparou nas portas do labirinto que não fora construído, não fora planejado e não fora instruído. Seu amor selou a carta resposta e atravessou a avenida desenhada à sua frente… Sol e chuva pintaram de vermelho a rosa descabelada.
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