O eco distorcido navega pelas paredes e chicoteia pelo pequeno cômodo que fiquei…

Um outro mundo, uma nova missão, uma nova morte anunciada pelas palavras proferidas. É um fim desenhado de forma abrupta, mas que solidifica as decisões anteriores. Um pouco mais de algo indefinido. Tarefas e habilidades perdidas em um devaneio comum. É o vento que muda o sonho na madrugada e já acostumei ao acordar afoito querendo algo que nem sei mais dizer.

Uma surpresa com rastro perdido, que quebrou o sentimento de perguntas necessárias. Eu nunca realmente te conheci, foi uma sombra falsa que pairou sobre todo o caminho, mostrando as más valias, um enredo enganoso e que era finito pela fragilidade que você montou as rimas.

Por trás do meu sorriso, meu rosto sujo contrasta com a contagem regressiva que faço em silêncio. Me calo e deixo os problemas consumirem as energias. Caio em um sono leve e interrompido pela solidão que esfria e grita junto com a distorção do solo final. A ironia é terminar o texto com as palavras solidão e fim, porque é isso que me restou…