Com uma marca que nunca mais sairá do corpo eu sigo meu calabouço mental por tua culpa…
Demorou um tempo para você se fazer presente novamente. Precisou eu sair para o sol e retomar a cor de alegria que ostentava antes, e como mágica, a tormenta retomou com a sua última marca em mim. O calabouço voltou a se fechar, trazendo não a escuridão de sempre, mas o ostracismo do meu pensamento.
Um claustro que talvez se prolongue para sempre. Uma razão para mentiras e menos verdades. Um asco aos cheiros diferentes e dos sorrisos sem brilhos. Hoje volto a me fechar como antes, sem poesia ou razão. Apenas porque agora sua marca se faz mais forte em mim e leva um tempo para a cura – ou o seu desaparecimento completo – retornar.
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